CONTATO

Chegou o Ambiental Lab, a área de formação da Ambiental Media

Comunicação Climática e Estratégia de Impacto

Aprenda com uma das organizações mais premiadas do jornalismo ambiental brasileiro a cobrir a crise climática com método, precisão e profundidade.

Ambiental Media
Pulitzer Center
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Pulitzer Center / Impact Initiative
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Pulitzer Center

Curso intensivo, 100% online e gratuito, em três módulos gravados e duas sessões ao vivo

Introdução à ciência climática, dados espaciais, inteligência artificial e segurança digital

Não exige conhecimento prévio

Quando

Entre 10 de agosto e 7 de setembro de 2026

Carga horária

Em torno de 20 horas no total, distribuídas entre aulas gravadas, encontros ao vivo e leituras complementares para aprofundamento dos temas

Público

Estudantes de jornalismo. Comunicadores comunitários. Jornalistas e profissionais de comunicação

Inscrições

Inscreva-se pelo formulário até o dia 24 de julho de 2026. Um total de 250 alunos será selecionado pela equipe da Ambiental, com confirmação por e-mail até 3 de agosto

A prioridade para preenchimento das vagas será dada a comunicadores comunitários (especialmente de favelas e periferias do Rio de Janeiro), estudantes de jornalismo e jornalistas em início de carreira de qualquer lugar do Brasil.

Ainda assim, encorajamos todas as pessoas interessadas a se inscreverem: quem não for selecionado nesta edição terá preferência nas próximas turmas do Ambiental Lab.

Informações do curso

O QUE VOCÊ VAI APRENDER

  • A entender como uma reportagem premiada é construída: da ciência climática à investigação em campo, como fizemos no Rio 60ºC;

  • A trabalhar com dados públicos e mapas para revelar histórias e desigualdades, usando os mesmos métodos do Índice de Vulnerabilidade a Chuvas Extremas (IVCE-RJ), criado pelo nosso time;

  • A usar a IA para gerar visualizações de dados em formato de mapas — em sessão prática com vibe coding aplicado ao jornalismo;

  • A proteger suas fontes, seus arquivos e o próprio trabalho, usando práticas adotadas por jornalistas investigativos em coberturas sensíveis.

POR QUE FAZER?

A crise climática é agora. E poucos jornalistas no Brasil estão equipados para cobri-la com profundidade.

No Ambiental Lab, você vai entender a lógica por trás de projetos que informaram milhões de pessoas e ajudaram a moldar políticas públicas. Ao final do curso, você estará munido de um repertório que conecta ciência climática, dados espaciais, inteligência artificial e segurança digital — pronto para a cobertura mais importante do nosso tempo.

CIÊNCIA CLIMÁTICA
DADOS ESPACIAIS
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
SEGURANÇA DIGITAL

PROFESSORES

Foto de Thiago Medaglia

Thiago Medaglia

Diretor-executivo da Ambiental. Jornalista, ex-editor da revista National Geographic Brasil, pesquisador-convidado no Programa Knight de Jornalismo Científico do MIT e mestre em História da Ciência pela Universidade de Harvard.

Foto de Felipe Barros

Felipe Barros

Especialista em ciência de dados geográficos com foco ambiental. Professor universitário e analista sênior em projetos premiados como Engolindo Fumaça (InfoAmazônia) e Cerrado, o Elo Sagrado das Águas do Brasil (Ambiental).

Foto de Miguel Vilela

Miguel Vilela

Editor-sênior da Ambiental com passagem pela National Geographic Brasil e mestrando em Ciências da Comunicação pela USP. Coordenou os projetos Rio 60ºC e Cerrado e a Incrível Jornada das Águas.

Foto de Jonas Rossi

Jonas Rossi

Arquiteto de soluções e engenheiro de infraestrutura, com especialização em IA generativa. Responsável pela infraestrutura técnica e pelos projetos de IA da Ambiental, como a Capí, nosso chatbot climático, e o Jor-MCP, servidor de IA voltado ao ecossistema de mídia.

CONVIDADOS E MEDIAÇÃO

Foto de Fernanda Lourenço

Fernanda Lourenço
(mediadora)

Editora-chefe em projetos da Ambiental. Jornalista com 20 anos de experiência, com passagem por Globo e G1. Coordenou editorialmente o especial Cerrado, o Elo Sagrado das Águas do Brasil.

Foto de Camilla Carvalho

Camilla Carvalho

Coordenadora de programas no Instituto Phomenta, atua no fortalecimento institucional de iniciativas sociais. Cofundadora da Agenda 2030 Rocinha, iniciativa de governança participativa que mapeia urgências e soluções socioambientais na favela.

Foto de Karen Fontoura

Karen Fontoura

Estudante de jornalismo da URFJ, moradora da Rocinha e coordenadora de jornalismo e comunicação do Fala Roça. Atua ainda como educadora midiática e de comunicação comunitária.

Foto de Djacinto Monteiro dos Santos

Djacinto Monteiro dos Santos

Pesquisador no Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da UFRJ, bolsista de pós-doutorado na ULisboa. Físico, mestre e doutor em Física Aplicada pela USP, estuda poluição do ar em áreas urbanas, eventos climáticos extremos e impactos socioambientais.

OS 3 MÓDULOS

Neste módulo, você vai entender como a ciência funciona, como reconhecer fontes confiáveis, como lidar com negacionismo e desinformação, e como transformar um problema climático observado no território em pergunta jornalística investigável. Casos como a pandemia, a crise climática e o Rio 60ºC ancoram a discussão.
Toda história ambiental é, no fundo, uma história espacial. Neste módulo, você vai aprender a fazer perguntas ao território com dados, cruzar informações socioambientais e transformá-las em investigações. Como estudo de caso, dissecamos o método por trás do Rio 60ºC e do Índice de Vulnerabilidade a Chuvas Extremas. Demonstração prática em QGIS.
Segurança não é sobre ferramentas — é sobre mentalidade. Neste módulo, você vai aprender a construir seu próprio modelo de ameaças: quem são seus possíveis adversários, qual seu nível de risco e como se proteger de forma proporcional. Conceitos e práticas usadas por jornalistas investigativos: gestão de identidade, comunicação criptografada, privacidade e proteção de dados.

AULA PRÁTICA: VIBE CODING E MAPAS NO JORNALISMO (ENTRE OS MÓDULOS 2 E 3)

Com Miguel Vilela

Como gerar visualizações de dados e mapas com inteligência artificial. Sessão mão na massa com duração de 1h30, com a equipe da Ambiental demonstrando ferramentas e fluxos de trabalho aplicáveis a qualquer redação. Conhecimento prévio em programação não é necessário.

ENCONTRO DE FECHAMENTO: COMUNICAÇÃO DA CRISE CLIMÁTICA A PARTIR DO TERRITÓRIO (AO FINAL DO CURSO)

Mediação de Fernanda Lourenço

Mesa de debate ao vivo de 1h30, com vozes do jornalismo comunitário, do terceiro setor e da academia, sobre os desafios e estratégias da comunicação climática a partir dos territórios mais afetados pela crise. Os nomes das convidadas serão divulgados em breve. Será gravado e disponibilizado depois.

COMO FUNCIONA

Dinâmica dos módulos

As aulas gravadas dos três módulos serão liberadas via Google Classroom às segundas-feiras. Você tem até o domingo seguinte para assistir no seu ritmo

Encontros ao vivo

O curso inclui dois encontros ao vivo: a Aula prática, sobre vibe coding e mapas, entre os Módulos 2 e 3; e o Encontro de fechamento, com debate sobre comunicação climática a partir do território. As datas serão divulgadas em breve. Ambos serão gravados e ficarão disponíveis para quem não puder participar em tempo real

Certificação

Para receber o certificado, é preciso concluir 75% do conteúdo do curso, realizar as duas avaliações de múltipla escolha com desempenho superior a 75% e preencher a pesquisa de satisfação ao final. O certificado será enviado por e-mail em até 30 dias após o encerramento

A AMBIENTAL

A Ambiental é uma organização brasileira de jornalismo sem fins lucrativos.

Nossas reportagens transformam informações complexas em conteúdos acessíveis e engajantes sobre temas socioambientais e climáticos, com reconhecimento de prêmios como Sigma Awards, Associação Mundial de Publishers de Notícias (WAN-IFRA), Online Journalism Awards (ONA), Sociedade Americana de Jornalistas Ambientais (SEJ) e Cláudio Weber Abramo de Jornalismo de Dados.

Entre nossos projetos recentes mais relevantes está o Rio 60ºC, plataforma interativa que apresentou os resultados do Índice de Vulnerabilidade a Chuvas Extremas (IVCE-RJ), criado em parceria com pesquisadores da Universidade Federal Fluminense, por meio do qual demonstramos que 599 mil domicílios particulares da capital — 21% do total — se encontram em regiões de alta vulnerabilidade a chuvas extremas.

Em nossos projetos jornalísticos, utilizamos a IA como etapa no processo de trabalho e operamos com uma política pública de uso de inteligência artificial. A Ambiental é a única organização brasileira a integrar o consórcio internacional Dirty Data, que investiga os impactos ambientais e sociais do avanço de data centers no mundo.

Apoio: Pulitzer Center / Impact Initiative

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